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Em 15 de
junho de 1953 nasce, em Salvador, Bahia, Anton Schultz.
Ingressou nas artes plásticas aos 15 anos trabalhando com o artista
boliviano Roman, confeccionando cintos, colares e quadros, utilizando
a chapa de cobre ou de alumínio. Desenhando na chapa e marcando
o metal com ferramentas improvisadas, como pregos, broca de madeira e
o que se mostrasse útil. O material recebe tratamento em betume
e, em seguida, aplica a tinta empregando tanto pigmentos a óleo
como acrílica.A cor é fixada por uma camada de resina.
Aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro e expõe por 2 anos na Feira
de Ipanema, tendo participado também de exposições
coletivas.
De volta à Salvador monta seu Atelier em Itapuã, produzindo
vários painéis e iniciando trabalho em cerâmica utilitária
com a qual mantém um carinho especial.
Realizou exposições também em Salvador, e seus trabalhos
estão espalhados por todo o Brasil e no exterior, também
em residências, lojas, escritórios e consultórios.
Sempre foi um autodidata admirador de Juan Miro e Kandisky.
Sua criação se baseia na sensibilidade, imaginação,
criatividade e autenticidade.Como se cada quadro que pintasse contasse
histórias que vão acontecendo no tempo através de
símbolos.
Um especialista poderia falar muito mais e melhor do seu trabalho, de
plano, texturas, linhas e cores, resultante de suas combinações.
Acredito que muitos textos de obras de artistas plásticos não
conseguem dimensioná-los na sua inteireza e muito menos aproximá-las
das pessoas.
Melhor será visitar este site de um artista sensível, mas
com pleno domínio de sua técnica.
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